16 janeiro, 2010

Na última semana vivenciamos aqui no RN um tremor de terra.A possibilidade de lidar novamente com essa situação numa intesidade maior(como prevêem os geólogos) vendo a franca destruição que ocorreu no Haiti poucos dias depois do que aconteceu conosco associada a sensação de grande impotência deixou um rastro de medo em alguns corações.
O fato de confiarmos no Senhor e anunciarmos o Evangelho não traz qualquer garantia de que não passaremos por situações difíceis e algumas vezes, catastróficas.Entretanto, no meio da iminência de um acontecimento ruim, o justo tem uma saída: a oração e a entrega.
Aconteceu assim com Esdras e o povo que voltava do cativeiro.Eles serviam ao Deus vivo.Eram o povo santo, amado do Senhor.Estavam voltando do cativeiro debaixo da ordem do próprio Deus e sabendo que iriam encontrar perigo na ida para casa, sentiram medo.
O grande diferencial na atitude daquelas pessoas foi exatamente o comportamento frente ao temor.Aquele povo escolheu não voltar atrás naquilo que pregavam e, confiados nessa palavra, humilharam-se jejuando e rogando ao Senhor sua proteção.
Em dias de calamidades naturais, circunstanciais, físicas, emocionais e/ou espirituais, quando nada podemos fazer para evitá-las, fica sugestão da oração, confiança e entrega ao Senhor sabendo que Nele seremos guardados.E, se pela sua permissão formos atingidos, ainda sim sua guarda permanece fiel.Ele nos consolará e trará ajuda para um recomeço.Nosso Deus sempre estará conosco e jamais nos abandonará.
"Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens.Porque tive vergonha de pedir ao rei, exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo pelo caminho; porquanto tínhamos falado ao rei, dizendo: A mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas o seu poder e a sua ira contra todos os que o deixam.Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações"(Esdras 8:21-23).

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