03 junho, 2008

Como um trovão...

Ouvindo uma fonoaudióloga tecendo explicações sobre audição, voz e suas características, aprendi que usualmente fazemos uma seleção de sons no nosso dia-a-dia. Agora mesmo, enquanto você lê esse texto, está chegando milhares de sons ao seu ouvido entretanto você não dá atenção a todos e sim apenas àqueles que de certa forma suprem suas necessidades e interesses.
Outra coisa interessante é que sua voz diz muito sobre quem você é!Suas características ajudam a traçar seu perfil vocal.Pensando nesses comentários, um som do céu, que me interessou muito rsrs, chegou aos meus ouvidos.
Espiritualmente falando, também fazemos uma seleção do que queremos ouvir.O Espírito Santo sempre está a conversar conosco e, às vezes, por causa do pecado, fazemos nossa seleção: ouvimos o que o mundo nos fala, ouvimos o que o nosso 'eu' tem a nos dizer e quando não vigiamos também damos atenção às mentiras do nosso Adversário.
Entretanto, há tempos em que Deus precisa se fazer ouvido!Independente da nossa disposição ou não de ouvi-LO, ELE QUER FALAR E SER OUVIDO!É quando Sua voz ressoa como um trovão.Nesses casos, é impossível fazer uma seleção de sons.
Você já ouviu um trovão muito forte?Morei um tempo em Teresina e lá pude presenciar muitas tempestades.Ficava apavorada a cada novo trovão.Por mais que eu me concentrasse e tentasse me convencer que estava tudo bem, não conseguia.O som de um trovão muito forte, chama nossa atenção por mais que não queiramos.

Pois bem...quando Deus resolve falar mais energicamente com o homem, certamente Ele permitirá que aconteça alguma coisa que chame sua atenção e deixe claro que ELE ESTÁ FALANDO! A voz de Deus que é como um trovão, ressoa muiiiiito forte!E o estrondar do trovão, revela o perfil vocal de Quem está falando!
Normalmente quando isso acontece, essa voz provoca mudanças significativas porque Deus proporciona um cara-a-cara , um tete-a-tete com o homem e se revela como Deus não deixando nenhuma dúvida sobre quem é o oleiro e quem é o barro.Nesses casos, essa voz atinge o inatingível e modifica o que é impossível de ser modificado.

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